Uma professora foi à rua com alunos em MG, cantando músicas juninas. Foi multada.
Bailes de carnaval acabaram antes do tempo pela cobrança exorbitante do Escritório, pelas músicas escutadas.
Recentemente, no carnaval deste ano, a União Ilha foi proibida de cantar Parabéns pra Você, no dia do seu aniversário no Sambódromo. A família não concordou. Parece que houve acerto porque a Ilha cantou.
O episódio que envolveu o Bloco Cordão do Bola Preta. Tinha uma dívida de mais de um milhão de reais, pelo tamanho do bloco com as músicas cantadas. A mídia informou que a dívida foi acertada em R$ 50 mil. Uma pechincha, para quem devia um milhão.
Tudo indica que não há critérios para cobrança. Não se pode mais cantar marchinhas de carnaval em blocos de rua. Blocos não vivem de renda. O jeito é não cantar mais e componentes de cada bloco compor suas próprias.
Quanto ao Hino Nacional não pode haver cobrança porque o governo federal adquiriu os direitos autorais, no início do século passado.
Mas ocorre que uma parte da classe artística que o apoia. E a ministra da Cultura parece não estar interessa na sua investigação.
Enquanto o Congresso e a Alerj discutem o sexo dos anjos sobre a CPI, os jornalistas de OGlobo estão dão um banho de CPI jornalística.
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