Como o artigo é grande, vou transcrever o final; "o grande desafio que se coloca para a Igreja brasileira e, particular, para suas Pastorais como a CPT e o CIMI, vinculados à CNBB, é o de se seguirão as orientações teológicas papais ou se continuarão embasados na concepção de um Jesus supostamente revolucionário. As palavras de Bento XVI são claras: Jesus não vem como destruidor: ele não vem com as espada do revolucionário"
Ora, uma Teologia que é fã do sanguinário Che Guevara - ficou famosa sua citação "endurecer (querendo dizer matar) mas sem perder a ternura - apoiou os movimentos guerrilheiros financiados por Cuba e URSS, que espalhou o terror na população brasileira, através assaltos a bancos, sequestros de embaixadores, recentemente, apoia a luta armada dos MST e os governos socialistas corruptos na América Latina, nunca poderia ter apoio da CNBB nem tampouco da Igreja de Roma ou de qualquer denominação cristã. Os seus adeptos são políticos esquerdistas travestidos de cristãos.
Essa Teologia encontrou um terreno fértil na América Latina, em países de orientação socialista para suas ações. No Brasil, como o PT é partido de várias correntes se aliou aos que lhes tem afinidades, ficando livres de agir nas suas áreas.
Penso que a Igreja não é para lugar para plataforma ideológica de nenhuma tendência, é para divulgar o simplesmente o evangelho a toda criatura, seja pobre ou não.
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